Influenciadora fez bate-volta de São Paulo para Goiânia exclusivamente para frequentar sua academia, levantando críticas sobre impacto ambiental e privilégios.

A influenciadora digital Virginia Fonseca virou centro de debates e críticas nas redes sociais após realizar viagens consecutivas de jatinho particular entre São Paulo e Goiânia. O motivo do deslocamento diário foi frequentar as aulas de spinning e dança na WeGym, academia de ginástica da qual é sócia ao lado da empresária Simara Pink.

A sequência de voos exclusivos para cumprir a rotina de treinos chamou a atenção de seguidores e internautas, levantando questionamentos sobre a pegada de carbono das viagens e a discrepância socioambiental associada ao uso de transporte aéreo privado para compromissos triviais.

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Críticas sobre impacto ambiental e ostentação

Nas redes, a atitude gerou uma onda de comentários indignados. Usuários apontaram a incoerência entre as campanhas individuais de preservação ambiental e a emissão de poluentes gerada por voos particulares do público de alta renda.

Alguns internautas chegaram a sugerir discussões sobre taxação pesada e tributação proporcional para o uso de aeronaves privadas em trechos curtos. Por outro lado, parte do público defendeu a influenciadora, argumentando que o investimento faz parte da divulgação de seu próprio empreendimento comercial.

Como funciona e quanto custa a academia

A WeGym, motivo dos deslocamentos de Virginia, funciona com atendimento 24 horas e planos que variam entre R$ 259 (no plano anual) e R$ 399 (no plano mensal), além de uma taxa de matrícula fixada em R$ 50.

Entre os diferenciais apresentados pela marca está um plano voltado ao público feminino com duração de 37 dias — sete a mais que os 30 dias convencionais —, modelo idealizado para compensar os dias em que as alunas deixam de treinar devido ao período menstrual.

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