Lorrayne Martins Alencar foi vitimada durante confraternização na zona rural; o ex-companheiro é o principal suspeito e está foragido.

As forças de segurança do sul do Pará estão mobilizadas para localizar o paradeiro de Arthur Henrique Silva Neves, principal suspeito de tirar a vida de sua ex-companheira, a jovem Lorrayne Martins Alencar. O caso ocorreu na tarde deste domingo (12), na localidade Maria Preta, área rural do município de Ourilândia do Norte.

Ocorrência durante evento familiar

De acordo com o relato de testemunhas que estavam no local, Lorrayne e Arthur haviam encerrado um relacionamento recentemente, após morarem juntos por um curto período. Durante uma confraternização, os dois iniciaram uma discussão de teor pessoal. Em determinado momento, o homem perdeu o controle e passou a agredir a jovem fisicamente.

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Antes que os presentes pudessem intervir na situação para proteger a vítima, o agressor desferiu um golpe físico grave contra o peito de Lorrayne. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada imediatamente e prestou os primeiros socorros, mas a jovem não resistiu e veio a falecer a caminho do hospital da cidade. Logo após a ação, o suspeito fugiu por rumo desconhecido.

Mobilização policial e canais de denúncia

A área foi isolada por equipes das polícias Civil e Militar para os trabalhos de perícia técnica e levantamento de informações sobre a dinâmica do ocorrido. Pessoas próximas à vítima confirmaram que o acusado não aceitava o término do relacionamento, o que teria motivado a conduta violenta.

Buscas na região: Agentes do 36º Batalhão de Polícia Militar iniciaram buscas por toda a zona rural e perímetros urbanos vizinhos, mas o homem ainda não foi localizado.

A Polícia Civil do Pará instaurou o inquérito policial e reforça a importância da colaboração da sociedade para desvendar o paradeiro do suspeito. Qualquer informação útil pode ser fornecida anonimamente por meio do Disque Denúncia (181) ou acionando a Polícia Militar pelo telefone de emergência (190). A legislação garante o sigilo absoluto da identidade de quem colabora com as investigações.

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