O piloto brasileiro Ayrton Senna é considerado um herói nacional até os dias atuais. Morto em um trágico acidente no circuito de Ímola durante o Grand Prix de San Marino em 1994, o tricampeão mundial de Fórmula 1 completou 30 anos de falecimento no dia 1º de maio deste ano.

Para homenagear a memória de Senna, o Globoplay, streaming do Grupo Globo, lançou um documentário, assim como a Netflix também planeja lançar uma série sobre a vida do piloto. No entanto, em ambas as produções, a participação da apresentadora Adriane Galisteu, ex-namorada do tricampeão mundial, foi reduzida ou inexistente.

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E o motivo pelo qual Adriane Galisteu não aparece na produção do Globoplay e foi quase escondida na série da Netflix foi finalmente revelado. Segundo o site Notícias da TV, há interferência da família de Senna nesta decisão.

De acordo com o portal, a família do piloto brasileiro não apoiava o relacionamento dele com a apresentadora. Ayrton Senna e Adriane Galisteu namoraram durante quatro anos. Inclusive, eles estavam vivendo um relacionamento na época do falecimento do piloto em 1994.

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De acordo com o portal Notícias da TV, a família do piloto não aceitava o relacionamento e solicitou a exclusão da apresentadora na série. A Netflix, porém, negou o pedido da família, mas reduziu a participação de Adriane na produção. Isso porque seria difícil representar a história de Ayrton Senna sem citar a apresentadora.

Por outro lado, a produção também não quis problemas com Viviane Senna, irmã do piloto. Desta forma, o streaming escolheu colocar a apresentadora com uma rápida e curta participação na produção.

A série Senna estará disponível em seis episódios na Netflix ainda em 2024, porém sem data de estreia divulgada.

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