A Polícia Civil do Rio de Janeiro formalizou o indiciamento de Pedro Henrique Espíndola por importunação sexual nesta sexta-feira (6). O ex-participante do BBB 26 foi investigado após denúncia de conduta inadequada dentro da casa do reality show.

A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Jacarepaguá concluiu que ele deveria ser indiciado após análise das imagens transmitidas pelo programa, submetidas à perícia técnica especializada.

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Segundo nota oficial da corporação, os exames periciais e as provas coletadas confirmaram a materialidade do crime. As autoridades também atribuíram a responsabilidade ao investigado com base nos laudos técnicos.

O ex-participante não foi localizado até o momento para prestar depoimento. A polícia tenta fazer a oitiva do indiciado desde o início das investigações.

O caso que motivou a denúncia

Jordana Morais relatou que Pedro Henrique tentou beijá-la sem permissão em 17 de janeiro de 2026. O episódio aconteceu na despensa da casa do BBB 26, quando os dois estavam sozinhos no local.

As câmeras do programa registraram o momento em que o vendedor tentou encostar a participante na parede. A Globo exibiu as imagens durante a edição ao vivo do reality show.

Desistência e expulsão iminente

Após a repercussão do caso, Pedro Henrique apertou o botão da desistência. O apresentador Tadeu Schmidt informou que o participante seria expulso caso não tivesse abandonado o programa.

Atualmente, o ex-brother está internado em uma clínica psiquiátrica. Seus advogados divulgaram que ele foi diagnosticado com transtorno bipolar.

Próximos passos da investigação

Com o indiciamento formalizado, a Polícia Civil encaminhou o inquérito ao Ministério Público. O órgão deve analisar as provas e decidir se oferece denúncia contra Pedro Henrique.

Caso aceite a denúncia, a Justiça pode transformar o ex-participante em réu. O crime de importunação sexual prevê pena de um a cinco anos de reclusão, conforme o Código Penal brasileiro.

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