A rotina acelerada faz muita gente ignorar sinais básicos do próprio corpo, falar sobre saúde intestinal pode parecer um detalhe, mas está longe de ser. O funcionamento do intestino é considerado um dos principais termômetros do bem-estar geral, influenciando desde a imunidade até o humor. E foi justamente ao tocar nesse assunto que Simaria, de 43 anos, chamou atenção nas redes sociais.

A cantora compartilhou com os seguidores um momento descontraído durante consulta com o nutrólogo Alfio Borghi Neto, mostrando que o cuidado com a saúde vai além de exames de rotina ou preocupações estéticas.

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Em vídeo publicado nos Stories do Instagram, Simaria aparece no consultório enquanto o médico apresenta uma tabela com diferentes tipos de fezes, ferramenta comum na avaliação clínica do trânsito intestinal, usada para identificar possíveis desequilíbrios digestivos.

Bem-humorada, a artista comentou: “Você vai ao nutrólogo e ele pergunta para você: ‘Que tipo de cocô é o seu?’ Olha isso. Mas fala a verdade: ‘é rolinho de cabrito?’”, brincou. Na sequência, o profissional tranquiliza: “E o seu tá bom. O seu é o três e o quatro”, referindo-se à classificação considerada adequada dentro dos padrões médicos.

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Surpresa com a exposição do tema, Simaria reagiu rindo: “Meu Deus do céu, agora vocês descobriram”, disse.

Por que essa consulta é importante?

O acompanhamento com nutrólogo é fundamental para avaliar não apenas alimentação e peso, mas o equilíbrio do organismo como um todo. Alterações no funcionamento intestinal podem indicar desde baixa ingestão de fibras e água até condições que exigem investigação mais detalhada.

Especialistas destacam que observar características como frequência, consistência e desconfortos associados é parte essencial do cuidado preventivo. Problemas intestinais persistentes podem impactar energia, qualidade do sono e até a saúde mental.

Ao compartilhar o momento de forma leve, Simaria ajuda a normalizar um assunto que ainda é cercado de constrangimento, mas que faz parte da saúde básica de qualquer pessoa. Falar sobre o tema, ainda que em tom de brincadeira, também é uma forma de incentivar o público a buscar orientação profissional e prestar atenção aos sinais do próprio corpo.

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