Procedimentos estéticos realizados anos atrás podem trazer consequências inesperadas, e, em alguns casos, exigir intervenções médicas complexas muito tempo depois. Foi justamente essa situação que levou a influenciadora digital Maíra Cardi, 42 anos, a compartilhar com seguidores um problema de saúde que enfrenta atualmente.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, na última segunda-feira (9), a empresária relatou que precisará passar por uma cirurgia para retirar PMMA (polimetilmetacrilato) do rosto, substância que teria sido aplicada cerca de 18 anos atrás durante um procedimento estético.
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Segundo ela, o produto foi utilizado por uma dermatologista para suavizar olheiras profundas e a região conhecida como “bigode chinês”. Maíra afirma que, na época, não foi informada sobre qual material estava sendo utilizado. Somente anos depois, ao procurar avaliação médica para entender mudanças na aparência do rosto, descobriu que se tratava de PMMA.
De acordo com o relato, as primeiras alterações surgiram pouco tempo após a aplicação, mas os efeitos teriam se intensificado ao longo dos anos. A influenciadora diz que atualmente percebe inchaço em parte da face e sente nódulos endurecidos sob a pele.
Ela também contou que foi alertada sobre os riscos relacionados ao produto. Uma amiga da influenciadora, que trabalhava na área da saúde, teria explicado que o material pode provocar necrose, quando há morte de tecido por falta de circulação sanguínea, caso ocorram complicações.
Diante da situação, Maíra afirma que a solução indicada pelos médicos é a retirada do material por meio de uma cirurgia considerada delicada. O procedimento, segundo explicou, envolve abrir a região do rosto para remover o produto acumulado e evitar problemas mais graves.
Durante o vídeo, a influenciadora ainda mencionou um termo popular usado por especialistas para descrever casos semelhantes: o chamado “diabo dormindo”, expressão utilizada quando um material aplicado no corpo permanece estável por anos, mas pode causar complicações se começar a reagir ou se deslocar.
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A empresária contou que está buscando profissionais especializados para realizar a cirurgia e afirmou que decidiu compartilhar o caso como forma de alertar outras pessoas sobre os riscos de procedimentos estéticos sem informação completa sobre os produtos utilizados.
