O que era para ser um momento de despedida e recolhimento da família acabou se transformando em um novo episódio de dor e perplexidade. Meses após a morte da modelo e empresária Pamela Genini, uma descoberta durante a exumação do corpo trouxe à tona um crime ainda mais perturbador.
Pamela, de 29 anos, foi assassinada em outubro de 2025 pelo então companheiro, Gianluca Soncin, na cidade de Milão. O caso, que já havia causado comoção, voltou ao centro das atenções após a família decidir transferir o corpo para uma capela familiar.
Descoberta durante exumação
O corpo estava sepultado em Bérgamo, quando os familiares autorizaram a exumação. Durante o procedimento, no entanto, foi constatado que a cabeça da modelo havia sido retirada do túmulo.
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O caixão apresentava sinais de violação. Parafusos e silicone foram encontrados, indicando que alguém abriu e fechou novamente a urna funerária após o crime. A suspeita inicial é de que até quatro pessoas possam ter participado da ação.
Investigação em andamento
A Procuradoria Pública de Bérgamo abriu investigação para apurar os crimes de profanação de cadáver e furto de restos mortais, previstos no código penal italiano. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou a motivação.
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Quem era Pamela Genini
Natural da vila de Strozza, Pamela Genini era conhecida no meio fashion. Além de modelo, ela também era empresária e dona de uma marca de biquínis.
Nas redes sociais, compartilhava sua rotina entre Milão, Monte Carlo e Dubai, onde mantinha uma vida ligada à moda e aos negócios.
A morte violenta já havia marcado a trajetória da jovem. Agora, a violação de seu túmulo acrescenta um novo capítulo ao caso, que segue cercado de mistério.
