O Brasil perdeu neste sábado (11) um dos nomes mais versáteis da teledramaturgia nacional. Silvio Matos, ator e dublador com mais de seis décadas de carreira, morreu aos 82 anos.

A causa da morte de Matos ainda não foi divulgada pela família ou por representantes do artista. O ator iniciou a trajetória no teatro ainda na década de 1960. Depois, migrou para a televisão e passou a atuar em novelas na TV Bandeirantes.

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Nessa fase, trabalhou ao lado da esposa, Aliomar de Matos, com quem dividiu o palco e as câmeras. Silvio Matos também deixou marca na programação infantil brasileira.

Ele participou de produções que se tornaram referência para gerações, como:

  • Carrossel (1972);
  • Mundo da Lua (1991);
  • Castelo Rá-Tim-Bum (1994).

Essas produções consolidaram seu nome junto ao público mais jovem e ampliaram seu reconhecimento nacional.

Voz por trás de séries clássicas

Além da atuação, Silvio Matos teve papel relevante como dublador. Por meio desse trabalho, emprestou a voz a séries estrangeiras que marcaram a televisão brasileira. Entre os títulos estão:

  • A Feiticeira (1964–1972);
  • Viagem ao Fundo do Mar (1964–1968).

Essas dublagens fazem parte da memória afetiva de milhões de brasileiros que cresceram com essas séries.

Trabalhos recentes

Mesmo em idade avançada, o artista manteve presença ativa na televisão. Em 2022, participou do seriado Família Paraíso, exibido pelo Multishow. Assim, demonstrou disposição e talento mesmo nas últimas fases da carreira.

Nos últimos anos de vida, Silvio Matos conquistou uma nova geração de fãs. Por meio de esquetes de humor produzidas para o canal Parafernalha, no YouTube, ele viralizou diversas vezes.

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Portanto, sua popularidade ultrapassou a televisão e chegou à internet com força e marcou o rosto do ator em novos formatos do audiovisual.

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