A atriz e influenciadora Jade Picon compartilhou nas redes sociais uma experiência curiosa ao adquirir um livro em uma livraria. O interesse inicial pela capa e pelo título da obra acabou sendo interrompido ao se deparar com a extensão do conteúdo, que tem cerca de 600 páginas.

Jade contou que comprou o livro “Anti-frágil: Coisas que se Beneficiam com o Caos”, do autor Nassim Nicholas Taleb, motivada pelo título e pela estética da capa do exemplar. Contudo, ao perceber o tamanho da obra o desânimo para  a leitura foi imediato.

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Nas redes sociais, ela apareceu mostrando o livro para os seguidores. "Não sei se eu vou começar esse. Nem sei por que estou gravando esse vídeo, porque eu não quero me comprometer. Eu vi esse livro e me chamou muita atenção o título. Só que o que é isso aqui?", disse.

Em seguida, a influenciadora afirmou que provavelmente não daria continuidade à leitura. “Deleta, eu não vou. Eu me conheço, não vai dar”, declarou, ao mesmo tempo em que pediu a opinião de seguidores que já tiveram contato com o livro.

Ela destacou também que o elemento visual do livro foi determinante na decisão de compra. "Eu estava andando numa livraria e vi o polvo... e eu gosto de polvo. Tem animais com que eu me identifico mais. Gosto muito de felinos. E do polvo eu gosto muito porque me lembra da minha família e da minha avó. Falei: 'Uau!'. E a hora em que eu li 'Antifrágil', falei: 'Tá'. Peguei o livro na mão. Na hora em que eu fiz assim, falei: 'Não vai dar isso aqui'", relatou.

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Apesar da hesitação inicial, Jade afirmou ter reinterpretado a situação como um desafio pessoal. "Vai sim, porque eu sou antifrágil, gosto de livro. Essa é a próxima missão", disse.

A influenciadora também comentou que mantém o hábito da leitura na rotina, alternando entre diferentes obras. Entre os títulos mencionados estão "Diário Estoico: 366 Lições Sobre Sabedoria, Perseverança e Arte de Viver" e "Musculatura da Alma", de Max Tovar.

Por fim, Jade destacou que a leitura influencia diretamente a escrita os processos criativos dela, já que costuma registrar reflexões em cadernos pessoais a partir dos conteúdos que consome.

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