Em um meio artístico em que laços familiares muitas vezes se cruzam com relações de trabalho, decisões de separação profissional podem gerar impactos além dos bastidores. Esse foi o caso da atriz Gabriela Duarte, que abriu o jogo sobre o afastamento de projetos em conjunto com a mãe, a também atriz Regina Duarte.
Aos 52 anos, Gabriela relatou que a escolha de não seguir atuando ao lado da mãe com tanta frequência partiu de uma necessidade pessoal de construir uma trajetória própria. Em entrevista ao podcast “MenoTalks”, ela afirmou que buscava mais independência na forma como conduzia a própria carreira, sem depender da imagem de parcerias constantes com a mãe.
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Segundo a atriz, a repetição de convites para trabalhos conjuntos acabou contribuindo para uma percepção externa de que sua carreira estaria sempre vinculada à de Regina.
“Estão me chamando para trabalhar demais com a minha mãe, essa dupla colou demais. A gente está colada como profissionais, e não quero isso", disse Gabriela.
Além da questão artística, a atriz também mencionou que divergências de pensamento entre as duas influenciaram o distanciamento em determinados momentos:
"Tive a conversa com ela, e ela não gostou. Já brigava com a coisa há muito tempo", afirmou.
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Durante o relato, a atriz reforçou que a mudança representou uma virada de chave pessoal, marcada pela tentativa de se afirmar de forma individual no meio artístico. Para ela, o afastamento não significou ruptura afetiva, mas sim a construção de uma identidade própria fora da associação constante com a figura materna:
"Não sou a mesma pessoa que ela, me recuso a ser", disse Duarte.
