Proteger uma criança de qualquer forma de abuso começa com atitudes simples no dia a dia. Por isso, uma conversa sobre o nome correto dos órgãos genitais pode fazer toda a diferença.
A atriz Thaila Ayala, por exemplo, revelou um momento de pânico que viveu com a filha Tereza, de 3 anos. O relato aconteceu no programa Mil e Uma TrETAS e chamou a atenção do público. A menina é filha do casamento de Thaila com o ator Renato Góes, de 39 anos, com quem a artista está junto desde 2017 e casada desde 2019.
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Durante o programa, Thaila descreveu o momento em que a filha usou um apelido para o órgão genital. Segundo a atriz, aquilo a fez tremer do início ao fim.
"Eu quase desmaiei. Comecei a tremer na hora. Tremia, tremia, tremia, passava mal, porque ali você já pega um possível abuso", disse ela.
Além disso, Thaila explicou que o uso de apelidos é um comportamento comum entre abusadores. Por isso, o alerta foi imediato.
O hábito que alertou a família
Thaila Ayala contou que, desde o nascimento dos filhos, adota um protocolo rigoroso com os cuidados íntimos das crianças.
Esse protocolo inclui pedir licença antes de tocar nas partes íntimas, mesmo quando os bebês ainda não compreendem a fala. Além disso, a atriz sempre usou os nomes corretos dos órgãos genitais, sem eufemismos.
"São órgãos: vagina e pênis. Tem que saber o nome desde sempre", afirmou.
O círculo de pessoas com acesso ao banho das crianças também é restrito. Segundo a atriz, são apenas:
- Os pais, Thaila e Renato;
- A babá fixa da família;
- A cunhada de Thaila.
A descoberta e o alívio
Após investigar a situação, Thaila descobriu que o apelido foi dado por uma babá contratada para um único fim de semana. A revelação trouxe alívio, mas também reforçou a importância do protocolo adotado pela família.
"Falei: 'Menos mal'. Mas só ali você já pode proteger sua criança, ao saber que alguma coisa da rotina mudou", disse a atriz.
A postura de Thaila está alinhada com orientações de especialistas em proteção infantil. O uso dos termos corretos para os órgãos genitais é um dos principais mecanismos de prevenção ao abuso.
Isso acontece porque a criança que conhece os nomes reais consegue relatar situações suspeitas com mais clareza. Além disso, os profissionais de saúde recomendam:
- Ensinar os nomes corretos desde a primeira infância;
- Estabelecer regras claras sobre quem pode tocar nas partes íntimas da criança.
A mensagem final
Ao final do relato, Thaila reforçou que o diálogo aberto dentro de casa foi essencial para identificar a mudança no comportamento da filha.
Contudo, ela ressaltou que o episódio mostrou como qualquer detalhe fora do padrão pode ser um sinal de alerta.
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Além dos dois filhos, Francisco, de 4 anos, e Tereza, de 3, a família mantém uma rotina de comunicação que prioriza a segurança das crianças.
