Quase 32 anos após a morte de Kurt Cobain, vocalista da banda Nirvana, um novo relatório de peritos forenses levanta a hipótese de que sua morte, oficialmente classificada como suicídio em 1994, pode ter ocorrido em circunstâncias diferentes, possivelmente envolvendo homicídio encenado como suicídio, de acordo com um estudo publicado no International Journal of Forensic Science.
Cobain foi encontrado morto em sua casa em Seattle em 5 de abril de 1994, aos 27 anos, com um ferimento de espingarda e uma carta de despedida ao lado. Na época, a investigação oficial concluiu que ele havia tirado a própria vida enquanto lutava contra a depressão e problemas com drogas.
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A equipe que revisou a investigação em 2026, liderada pelos especialistas forenses Brian Burnett e Michelle Wilkins, aponta pelo menos dez contradições entre evidências físicas originais e a versão de suicídio. Entre os pontos observados estão a posição do corpo, a ausência de respingos de sangue esperados em uma cena típica de disparo e a interpretação de características da carta de despedida, que, segundo os pesquisadores, pode não ter sido escrita inteiramente por Cobain.
Os peritos também analisaram a autópsia e questionaram se Cobain estaria fisicamente capaz de manusear a arma de fogo na condição em que se encontrava, citando cenários em que incapacitação por overdose teria ocorrido antes do ferimento. Tais análises foram publicadas em um artigo revisado por pares, embora as autoridades responsáveis pela investigação original afirmem que ainda não existem evidências suficientes para reabrir o caso oficialmente.
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A nova hipótese reacende debates entre fãs, especialistas e historiadores da música sobre os últimos dias de Cobain, cujo legado como ícone do rock alternativo permanece influente globalmente décadas depois de sua morte.
