Historicamente, o mercado editorial de quadrinhos no Brasil consolidou-se sob um monólogo geográfico concentrado no eixo Sul-Sudeste. A Amazônia, frequentemente, figurava mais como cenário exótico do que como polo emissor de narrativas. No entanto, o início da temporada 2026 do Circuito Amazônico de Quadrinhos sinaliza uma mudança estrutural nessa dinâmica, propondo que a região não apenas consuma, mas dite o ritmo de sua própria produção cultural.

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