A barreira que separava os quadrinhos da chamada “alta literatura” acaba de sofrer um golpe definitivo. A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) confirmou a consolidação das histórias em quadrinhos dentro do seu prestigiado quadro de honrarias com a criação do Prêmio Adolfo Aizen. A iniciativa coloca os roteiristas e artistas gráficos brasileiros no mesmo patamar de reconhecimento que romancistas e poetas veteranos.
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