Sentir o peso do metal antes mesmo de ler o primeiro balão de fala. Essa é a sensação imediata ao abrir o primeiro volume do novo universo de Transformers. Longe de ser apenas uma peça de marketing para vender brinquedos, esta obra se propõe a algo mais ambicioso: resgatar a periculosidade e a escala de criaturas gigantescas que, por décadas, foram suavizadas pela saturação midiática. Aqui, o aço não apenas brilha; ele range, torce e sangra.
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