A goleada da Bélgica por 4 a 1 sobre os Estados Unidos, na segunda-feira (6), ficou marcada não apenas pela classificação na Copa do Mundo, mas também pela comemoração dos jogadores belgas com a chamada "dancinha do Trump". O gesto foi repetido no gramado após o quarto gol e voltou a aparecer no vestiário, em tom de provocação aos adversários.

A dança faz referência aos movimentos característicos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que costuma balançar o quadril enquanto movimenta os braços durante comícios. O gesto ganhou projeção internacional durante a campanha presidencial de 2024 e passou a ser reproduzido em diferentes contextos esportivos e nas redes sociais.

Polêmica aumentou rivalidade antes do jogo

A comemoração aconteceu poucos dias depois da controvérsia envolvendo o atacante Folarin Balogun, da seleção americana.

Nas oitavas de final contra a Bósnia, o jogador foi expulso após pisar no pé do zagueiro Tarik Muharemovic. Depois de manifestações públicas de Trump, a FIFA reviu a punição e liberou Balogun para enfrentar a Bélgica.

Em publicação na rede Truth Social, Trump comemorou a decisão: "Obrigado à FIFA por fazer o que era certo e reverter uma grande injustiça!".

Após a partida, o capitão belga Youri Tielemans afirmou que o episódio serviu como combustível para a equipe. "Tínhamos realmente muita raiva e muita vontade de começar bem o jogo, algo que nos havia faltado desde o início do torneio", declarou à emissora RTBF.

A Bélgica garantiu a vitória por 4 a 1 com dois gols de Charles De Ketelaere e um de Hans Vanaken e Romelu Lukaku. O gol de honra dos Estados Unidos foi marcado por Malik Tillman.

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