Nesta sexta-feira (17), no Dia Internacional de Combate à Homofobia, vários clubes de futebol do Brasil publicaram em suas redes sociais mensagens contra a violência à comunidade LGBTQIA+. Infelizmente, ainda em 2022, casos desse tipo, são recorrentes também nas praças esportivas. 

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Com isso, alguns dos grandes clubes do Brasil utilizaram as redes sociais para expressarem o seu apoio à causa. A dupla Re-Pa está entre as instituições que se manifestaram na web. Pelo lado bicolor, o Paysandu afirmou que "não se trata de uma escolha" e que "respeitar é obrigação". 

Já pelo lado azulino, o Clube do Remo destacou a luta pela liberdade e ainda ressaltou que não há mais espaço para a LGBTQIA+fobia. "Todo dia é dia ser resistência e de pedir respeito para todos e todas, dentro dos estádios ou em qualquer outro lugar." disse a publicação.

Os quatro grandes de São Paulo, por exemplo, soltaram suas mensagens no mesmo horário, por volta das 10h30 desta terça-feira.

"O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQIA+. Respeite quem só quer viver", escreveu o perfil oficial do Corinthians. "No Palmeiras De Todos não existe espaço para a discriminação. Diga não à homofobia!", defendeu o Alviverde. O Santos se colocou "sempre do lado do amor, nunca do lado do preconceito", e o São Paulo reforça que "respeito é tarefa diária que deve ser exercida por todos".

No Rio de janeiro, o Flamengo disse ser "inadmissível que uma pessoa viva com medo por seu gênero ou sexualidade. Todas as existências merecem respeito. Todo ser humano tem o direito de viver e amar. Todo dia é dia de pedir igualdade e ser resistência."

Para o Fluminense, "respeitar as diferenças é o que faz com que a esperança de um mundo melhor se renove a cada dia". 

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O Brasil é o país que mais registra mortes violentas de pessoas LGBT no mundo inteiro. Só em 2021 foram ao menos 300, incluindo 276 homicídios e 24 suicídios. Em média, uma pessoa LGBT morre a cada 29 horas no País. O Dia Internacional de Combate à Homofobia é celebrado em 17 de maio desde 2010, para combater a violência e promover a igualdade.

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