Cinco vezes campeão do mundo, a relação entre Brasil e a Copa do Mundo tem diversos capítulos alegres, mas há também fatos tristes, com um jogo que se tornou uma das maiores tragédias do futebol nacional. E não estamos falando do 7 a 1.

Nesta terça-feira (5), se completa 40 anos do episódio conhecido como “Tragédia do Sarriá”, partida que determinou a eliminação do Brasil da Copa do Mundo de 82 para a Itália, com vitória dos adversário por 3 a 2 depois da seleção jogar pelo empate.

Naquele ano, a Copa era realizada na Espanha e com um formato diferente na 2ª fase: um triangular apontava os semifinalistas e o Brasil caiu no grupo com Argentina e Itália. Com vitória brasileira e italiana, o screte canarinho jogava pelo empate para avançar a próxima fase pelo saldo de gols.

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Apesar dos gols de Sócrates e Falcão, o dia teve um algoz: o atacante italiano Paolo Rossi, que não havia marcado um gol sequer naquela Copa marcou três vezes e acabou eliminando o que para muitos foi a melhor seleção brasileira de todos os tempos.

A Itália acabou indo para a semifinal onde venceu a Polônia e foi campeã do mundo em cima da Alemanha, com destaques para Dino Zoff, Schirea, Gentile, Cabrini, Conti e Altobelli, além de Paolo Rossi. O treinador campeão foi Enzo Bearzot.

O desgosto com a partida foi tão grande para os espanhóis que o estádio localizado em Barcelona, acabou sendo demolido em 1997.

A forra veio doze anos depois com o tetra na Copa de 1994, nos EUA, curiosamente contra os italianos.

Rossi desbanca Junior e a seleção brasileira. Eliminação foi a mais dolorosa do Brasil em Copas Foto: Divulgação / FIFA

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