O empate em casa na rodada passada diante do Brasil-RS foi, possivelmente, o pior resultado do Papão nesta Série C do Campeonato Brasileiro. Tudo bem que o Paysandu já foi derrotado duas vezes, sempre fora de casa, mas perder dois pontos para o penúltimo colocado ainda é mal digerido. O técnico Márcio Fernandes lamentou a quantidade de gols perdidos, a falta de letalidade da equipe, o que foi cobrado demais por ele.

Remo e Paysandu se enfrentam em clássico decisivo

Artilheiro da Série C com sete gols em nove jogos, o meia-atacante Marlon nunca marcou contra o maior rival em nove clássicos disputados. São três temporadas com a camisa azul e branca e ele já teve duas oportunidades bem claras. Na Copa Verde do ano passado ele teve um gol anulado por estar em posição de impedimento. Também em 2021, ele desperdiçou uma penalidade em um Re-Pa válido pelo Campeonato Paraense. O jogador destacou a necessidade de ser sempre efetivo, o que só aumenta quando se trata do maior clássico da Amazônia.

“Ficou nítido que perdemos pontos porque não fomos letais com as chances criadas. A gente fica tranquilo porque as chances são criadas, mas precisamos caprichar mais nas finalizações. Em se tratando de um clássico, essa concentração tem que ser maior ainda para não perdermos tantos gols”, confirmou Marlon.

Arma secreta

Uma das apostas para melhorar a pontaria bicolor também pode estar no banco de reservas. O centroavante Danrlei é um dos artilheiros do Paysandu na temporada com oito gols, atrás apenas de Marlon. Ele ficou de fora das últimas duas partidas da Série C e deve voltar a ser relacionado justamente hoje, no clássico contra o Remo, constituindo-se em uma arma poderosa para o decorrer do jogo.

Já o experiente lateral-direito Leandro Silva, com vivência em vários clássicos em outros estados, alertou para como a partida deve ser encarada para que não haja surpresas. “É um jogo à parte, um campeonato à parte também, onde as duas equipes querem vencer de qualquer jeito”, afirmou o atleta bicolor.

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