O cenário para o primeiro clássico entre Remo e Paysandu do ano, o RE-PA, válido pela quarta rodada do Parazão 2026, promete testar não apenas a tática dos treinadores, mas também a resistência física dos atletas. A chuva do inverno amazônico deve ser o "12º jogador" em campo neste domingo (8).

Com a previsão de pancadas de chuva severas coincidindo com o horário da partida, a expectativa é de um jogo de superação, onde a técnica pode dar lugar à força bruta em um gramado encharcado que dificilmente escapará dos efeitos das tradicionais chuvas do inverno amazônico.

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De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a capital paraense está sob aviso de chuvas intensas. A previsão indica um céu carregado de nuvens desde as primeiras horas do dia, com a formação de pancadas isoladas que devem ganhar força entre a tarde e à noite, ou seja, na hora do RE-PA.

O alerta amarelo emitido pelo órgão não deve ser subestimado: ele aponta para o risco real de ventos fortes e acúmulo de água, o que pode comprometer a drenagem do estádio. Para os torcedores, o aviso é de atenção redobrada nos deslocamentos; para os clubes, o sinal é de alerta para um campo pesado que exige mudanças na estratégia de jogo, priorizando bolas longas e finalizações de fora da área.

Na realidade, a possível situação do Mangueirão foi retratada neste sábado (7), quando imagens mostram o gramado do estádio castigado pela chuva, completamente encharcado em função do temporal que caiu no final da tarde na Região Metropolitana de Belém (RMB).

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Nesse contexto, se a previsão se confirmar e o volume de chuva de domingo repetir o índice deste sábado, o RE-PA será disputado em condições críticas. A qualidade técnica terá que lutar contra a lama e as poças, transformando o duelo em uma verdadeira batalha de resistência.

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