Cada ciclo de Mundial, uma tradição mobiliza torcedores de todas as idades antes mesmo da bola rolar: o lançamento do álbum de figurinhas. Para a Copa do Mundo FIFA de 2026, que será disputada entre junho e julho nos Estados Unidos, Canadá e México, a expectativa é de uma edição histórica, e também mais robusta no bolso e na coleção.

O torneio marcará a estreia do formato com 48 seleções, ampliando o número de partidas e, consequentemente, o tamanho do álbum oficial. A previsão é de que a nova edição seja a maior já produzida, tanto em páginas quanto em quantidade de cromos.

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Se em 2022 o álbum contou com cerca de 670 figurinhas, a estimativa para 2026 é de aproximadamente 980, quase 300 a mais. O número supera com folga marcas anteriores, inclusive a da Copa do Mundo FIFA de 2018, que até então liderava em volume de cromos.

O crescimento também será físico. Enquanto as versões passadas variavam entre 80 e 90 páginas, a expectativa é que o álbum de 2026 chegue a 112 páginas, estabelecendo novo recorde.

Para os colecionadores, completar a edição exigirá planejamento financeiro. A estimativa é que cada pacote custe R$ 7. Na edição anterior, o valor era de R$ 4. Apesar do aumento, os envelopes devem trazer sete figurinhas, em vez de cinco, mantendo o preço médio por unidade próximo de R$ 1.

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A distribuição deve seguir o padrão tradicional de 20 jogadores por seleção, além de espaços reservados para itens especiais, como estádios, bola oficial, troféu e o clássico logotipo da Panini.

O lançamento está previsto para abril, embora a data oficial ainda não tenha sido confirmada. Até lá, a expectativa já começa a movimentar colecionadores que se preparam para encarar a maior coleção da história das Copas.

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