O BYD Dolphin GT, novo hatch híbrido plug-in flex da marca chinesa, foi flagrado em testes nas ruas do Brasil. As imagens (veja ao final da matéria), publicadas pelo perfil @placaverde, mostram o protótipo ainda camuflado, mas com detalhes suficientes para identificar o modelo. A BYD confirmou que o lançamento no país acontecerá em 2027. Segundo apuração do colunista Jorge Moraes, da CNN, a previsão é fevereiro.
O hatch é vendido na Europa desde julho de 2026 como Dolphin G e vai ganhar o nome Dolphin GT por aqui, para se diferenciar do Dolphin elétrico. Deve chegar primeiro importado. A produção nacional, na fábrica de Camaçari, na Bahia, está nos planos para até o fim de 2027, ao lado dos modelos King, Song Pro e Dolphin Mini. O compacto é tratado como o maior lançamento da BYD no Brasil em 2027 e como a principal aposta da marca para ganhar volume e disputar a liderança do mercado com a Chevrolet.
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Na Europa, o Dolphin G custa entre 25 mil e 30 mil euros, o equivalente a R$ 150 mil a R$ 180 mil em conversão direta, sem impostos. O preço brasileiro ainda não foi divulgado, mas a CNN informou que ele deve ficar um pouco abaixo do SUV Atto 2. A Autoesporte posiciona o hatch entre os elétricos Dolphin Mini e Dolphin. Ele não é uma adaptação híbrida da família Dolphin, mas um modelo novo, desenvolvido para mercados fora da China, e vai enfrentar Volkswagen Polo, Hyundai i20 e Chevrolet Onix.
No visual, o Dolphin GT tem faróis de LED pontiagudos ligados por uma faixa preta brilhante, maçanetas semiocultas, teto alto e grande área envidraçada. As lanternas traseiras formam uma peça única, com LED, e as rodas são de 16 ou 18 polegadas, conforme a versão. O carro mede 4,16 m de comprimento, 1,82 m de largura e 1,57 m de altura, com 2,61 m de entre-eixos. O Dolphin elétrico tem 4,12 m (4,29 m na versão Plus) e 2,70 m de entre-eixos, enquanto o Dolphin Mini tem 3,78 m (3,99 m na Europa) e 2,50 m.
Por dentro, o painel traz quadro de instrumentos digital e multimídia central, com acabamento em materiais variados, incluindo detalhes em preto brilhante e prateados. O hatch leva cinco pessoas, e o porta-malas tem 425 litros, que sobem para 1.225 litros com os bancos traseiros rebatidos.
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Na parte mecânica, o Dolphin GT terá o mesmo conjunto híbrido plug-in DM-i do SUV Atto 2: motor 1.5 aspirado a gasolina, de 95 cv e já flex no Brasil, combinado a uma máquina elétrica no eixo dianteiro. O Atto 2 tem 177 cv na versão de entrada e 197 cv na topo de linha, com torque de 30,6 kgfm. A bateria é de 7,8 kWh ou 18 kWh, com autonomia elétrica de 33 km e 75 km, respectivamente. Somando o motor a combustão, a autonomia esperada passa de 1.000 km, e na Europa a BYD declara até 1.040 km com tanque de 42 litros.
