Ela se foi jovem, de forma repentina e após um acidente que chocou colegas e telespectadores. Mas, mesmo diante da dor, a história da jornalista Alice Ribeiro ganhou um novo significado, o de continuar viva através de outras pessoas.

Com a confirmação da morte encefálica, a família autorizou a doação de órgãos da repórter da Band Minas, transformando a despedida em um gesto de esperança.

Alice, de 35 anos, teve a morte confirmada na noite da última quinta-feira (16), após complicações decorrentes de um grave acidente de trânsito. Segundo informações da família, serão doados rins, fígado, pâncreas e córneas. O coração não pôde ser aproveitado por impossibilidade clínica.

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A decisão da família ocorre em meio a uma comoção geral entre colegas de profissão e telespectadores. Além da carreira na televisão, um detalhe tornou a perda ainda mais sensível: Alice era mãe de um bebê de apenas oito meses, que agora recebe inúmeras manifestações de apoio nas redes sociais.

A emissora onde a jornalista trabalhava divulgou um comunicado lamentando a morte e destacando sua trajetória profissional. Segundo a Band Minas, Alice integrava a equipe desde 2024 e já havia atuado em outras afiliadas da rede, além de passagens por veículos em Minas Gerais e Brasília. A empresa também informou que está prestando assistência à família.

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O acidente aconteceu na BR-381, na altura de Sabará (MG), na tarde da última quarta-feira (15). O carro de reportagem em que Alice estava colidiu de frente com um caminhão.

O cinegrafista Rodrigo Lapa, que conduzia o veículo, morreu ainda no local. Alice foi socorrida em estado grave por um helicóptero do Corpo de Bombeiros e levada ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, mas não resistiu.

Nas redes sociais, amigos e colegas de profissão prestaram homenagens e lamentaram a perda precoce. Mensagens destacaram a dedicação da jornalista e a dificuldade de aceitar uma despedida tão repentina.

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