O governo federal confirmou a liberação da segunda parcela do 13º salário do INSS em 2026, etapa que corresponde à metade final do abono natalino pago a aposentados e pensionistas da Previdência Social. Ao todo, a medida deve colocar cerca de R$ 67 bilhões em circulação na economia brasileira, com expectativa de reforço no consumo em diversos setores.

Os pagamentos seguem um cronograma escalonado definido pelo Ministério da Previdência Social, organizado a partir do dígito final do número do cartão de inscrição social dos beneficiários. O modelo foi adotado para evitar sobrecarga nos sistemas bancários e garantir uma distribuição mais equilibrada dos depósitos ao longo dos dias úteis. Além disso, a liberação dos recursos tende a movimentar o comércio varejista e o setor de serviços em diferentes regiões do país.

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Os segurados que recebem até um salário mínimo são os primeiros contemplados no calendário oficial. Nessa faixa, os pagamentos são liberados gradualmente, com um benefício por dia útil, respeitando o final do número de inscrição e com interrupção apenas nos fins de semana.

A sequência segue de forma contínua até o início do mês seguinte, permitindo que os valores sejam creditados sem necessidade de deslocamento, já que a consulta pode ser feita pelos canais digitais.

Para os beneficiários com rendimentos acima do piso nacional, o cronograma é mais concentrado. Nesse caso, a liberação ocorre com dois grupos por dia útil, em uma fase posterior do calendário estabelecido pelo governo federal, até a conclusão dos depósitos.

Nesta segunda parcela do abono, também podem ocorrer deduções no valor final recebido. Entre elas estão a retenção do Imposto de Renda para segurados que ultrapassam o limite de isenção, além de descontos relacionados a empréstimos consignados previamente contratados e mensalidades associativas autorizadas pelo beneficiário, que são debitadas diretamente no benefício.

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A consulta do valor exato do pagamento pode ser feita de forma remota, sem necessidade de atendimento presencial. Os segurados têm à disposição o portal eletrônico oficial com acesso via conta unificada do governo federal, aplicativos de celular com a função de demonstrativos de pagamento e também a central telefônica de atendimento.

Segundo as diretrizes do Ministério da Previdência Social, esses canais são gratuitos e seguros, contribuindo ainda para a prevenção de fraudes e maior proteção das informações dos beneficiários.

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