Após pressão internacional e denúncias de supostos maus-tratos, humilhações e episódios de violência durante a interceptação da missão humanitária Global Sumud Flotilla em águas internacionais, os 428 ativistas envolvidos na ação começaram a ser libertados pelas autoridades israelenses.

Entre os integrantes está a paraense Beatriz Moreira, coordenadora nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), que participava da missão internacional em solidariedade ao povo palestino e em protesto contra o bloqueio imposto à Faixa de Gaza.

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Apesar da confirmação do início da libertação dos ativistas, ainda não há informações oficiais sobre a data de retorno de Beatriz ao Brasil, nem detalhes atualizados sobre seu estado de saúde após os relatos envolvendo a operação.

Relatos apontam supostas violações

Segundo informações divulgadas por integrantes da flotilha e entidades ligadas aos participantes, os ativistas teriam sido submetidos a tratamento considerado degradante, além de intimidações e agressões durante a ação das forças israelenses.

Movimentos sociais e organizações de direitos humanos classificam a interceptação como uma ação ilegal e seguem cobrando investigações sobre os episódios relatados.

Enquanto isso, cresce a pressão para que o governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), acompanhe o caso, garanta assistência aos brasileiros envolvidos e forneça atualizações sobre o processo de retorno ao país.

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A mobilização internacional também continua, com manifestações e cobranças por esclarecimentos sobre o tratamento dado aos integrantes da missão e sobre a situação humanitária enfrentada pela população palestina em Gaza.

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