Trabalhadores dos bancos privados já aprovaram a Convenção Coletiva de Trabalho negociada com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), garantindo reajuste salarial real de 0,6% por dois anos

A greve dos funcionários da Caixa Econômica Federal continuará por tempo indeterminado a partir desta terça-feira (22/09), após a rejeição da nova proposta de Acordo Coletivo de Trabalho apresentado pela instituição. 

A decisão foi consolidada em assembleia virtual realizada nesta segunda-feira (21/09), organizada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, na qual 59,3% dos votos válidos da categoria se posicionaram contra o acordo.

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De acordo com o sindicato, o principal entrave para o encerramento da paralisação é o plano de saúde, visto que a a recusa as mudanças sugeridas sobre os custos do Saúde Caixa para empregados, aposentados e dependentes.

A exigência central dos trabalhadores é que o banco público assuma uma parcela maior no financiamento do plano de saúde, rejeitando o aumento das taxas e garantindo a sustentabilidade do benefício sem sobrecarregar o orçamento das famílias e dos funcionários.

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Em contrapartida, os trabalhadores dos bancos privados já aprovaram a Convenção Coletiva de Trabalho negociada com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Entre os pontos principais previstos no acordo está um reajuste salarial real de 0,6% para um período de dois anos, que também será aplicado a benefícios como os vales-refeição e alimentação e à Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Além disso, a convenção também estabelece medidas relacionadas aos direitos sociais e à saúde, como ações de combate ao assédio, iniciativas de apoio à saúde mental e o direito à desconexão, que permite ao trabalhador desligar o celular fora do horário de expediente.

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