Em um cenário em que a inovação depende cada vez mais da aproximação entre universidades e empresas, o Itaú Unibanco aposta em novos caminhos para atrair talentos acadêmicos e transformar conhecimento em soluções práticas.
A instituição financeira anunciou a abertura de dois programas, o "Acadêmicos Itaú” e “Bolsistas ICTi”, que são voltados a pesquisadores de diferentes níveis de formação, com bolsas que podem chegar a R$ 11 mil mensais.
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As iniciativas, coordenadas pelo Instituto de Ciência e Tecnologia da instituição, têm como objetivo integrar profissionais da academia a projetos estratégicos, incentivando a aplicação direta do conhecimento científico em desafios do mercado financeiro.
Um dos programas, voltado a experiências de curta duração, oferece aos participantes a oportunidade de atuar por três meses dentro da estrutura do banco. Nesse modelo, os selecionados terão vínculo formal de trabalho, acesso a benefícios corporativos e atuação em formato híbrido, com base em São Paulo. A proposta é proporcionar uma imersão prática, permitindo que pesquisadores contribuam com soluções enquanto conhecem de perto a dinâmica do setor.
Já a segunda iniciativa aposta em projetos de maior fôlego e complexidade técnica. Com duração inicial de um ano, podendo ser estendida, o programa contempla áreas como ciência de dados, engenharia e matemática, entre outras.
Diferente da primeira modalidade, essa opção não prevê vínculo empregatício, mas oferece bolsas compatíveis com o nível de formação, além da flexibilidade do trabalho remoto, ampliando o acesso para candidatos de todo o país.
Ao investir nesses formatos distintos, o banco busca não apenas fomentar a produção científica, mas também acelerar o desenvolvimento de tecnologias e processos inovadores.
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A estratégia reforça uma tendência crescente no mercado: transformar o conhecimento acadêmico em diferencial competitivo, aproximando pesquisa e aplicação prática em larga escala.
