De costela suína ao filhote com acompanhamentos tipicamente regionais como o tucupi, jambu, o açaí e a farinha de tapioca. Os cardápios preparados pelos participantes do Festival Gastronômico Estrela Azul 2022, iniciativa do DIÁRIO DO PARÁ, têm rendido muitos elogios por parte do público. Iniciado no último dia 24, o circuito gastronômico segue até 22 deste mês, ofertando entrada, prato principal e sobremesa pelo preço promocional de R$ 69,90, criados por 33 restaurantes da capital paraense.

Festival Estrela Azul é aprovado pelos clientes

Mantendo a tradição de inovar todos os anos, esses restaurantes se empenham na criação de cardápios especiais e personalizados para o festival. É o caso do Restaurante Ver-o-Açaí, situado na Tv. Dom Pedro I, bairro do Umarizal, que está participando do circuito pelo terceiro ano consecutivo. O estabelecimento serve Charuto de Peixe empanado no Milho de entrada, o Tédoido Filhote como prato principal e a sobremesa é um Mini Pudim de Açaí com creme de Tapioca.

Para bater o martelo sobre o cardápio que entra no festival, o empresário Maurício Façanha, proprietário do Ver-o-Açaí, conta com o feedback dos clientes. “Colocamos para os clientes comerem como experimento e o que acertamos na receita fica. É engraçado como evoluímos junto com o festival. Hoje os clientes já ligam para saber o que estamos trazendo. Acabamos ganhando o Troféu Estrela Azul em 2020 e 2021. A gente tem colocado amor, se dedicado ao festival e acho que as pessoas sabem disso”, declarou Façanha ao falar sobre o sucesso do circuito.

O Festival Estrela Azul já começou. Escolha seu restaurante!

Este ano, o Estrela Azul trouxe uma novidade, que é a parceria com abrigos de animais. A cada cardápio vendido, R$ 1,00 será destinado aos abrigos AuFamily e Projeto Peludinhos, da UFPA, ambos em Belém. Maurício aprovou e é um incentivador da iniciativa. “A gente tem um carinho muito grande. Temos um espaço para eles aqui (pets) e essa proposta do Festival, em vez de R$ 1,00, vamos doar R$ 5,00. É uma forma de ajudar uma causa que é legal”, ressaltou.

Clientes do Beto Salomão aprovaram o menu exclusivo
Clientes do Beto Salomão aprovaram o menu exclusivo | Antônio Melo

DELIVERY

Depois de participar do festival, o restaurante Beto Salomão, em Nazaré, implementou o serviço de delivery devido a grande procura dos clientes que buscam o Estrela Azul, conforme informou a proprietária Cristiane Salomão. O estabelecimento está servindo Bolinho de vatapá como entrada, Filhote com jambu e arroz cremoso de Tucupi, como prato principal, e a sobremesa é Delicia de cupuaçu. “A gente já participa há muitos anos e ficamos aguardando pelo festival. A pandemia foi difícil, mas o que deu uma levantada no movimento foi delivery. O festival ajudou muito e continua forte, inclusive. E acho que deveria ter duas vezes ao ano, uma no primeiro semestre outra no segundo, porque é muito bom”, elogiou.

Já o restaurante, doceria e cafeteria Sweet By Bebel Lima, no Umarizal, é outro participante assíduo do festival. Para esta edição, o cardápio inclui a entrada de Harumaki de ricota, a Costela suína caramelizada com arroz frito de legumes como prato principal e, de sobremesa, a aposta é uma Tortinha de banana caramelizada crocante com brigadeiro do Combu. “O cardápio foi criado pela proprietária, Bebel Lima, e desde o primeiro dia desta edição até hoje, a procura está sendo intensa, tanto no delivery quanto aqui. O nosso feedback é sempre maravilhoso, somente elogios. É uma iniciativa muito boa, principalmente agora com essa parceria com os abrigos. Nós do Sweet By Bebel Lima estamos maravilhados com o festival”, garantiu.

O Menu do Sweet By Bebel Lima é de dar água na boca | Antônio Melo

PROCURA

A iniciativa também foi elogiada pelo público que está participando desse tour gastronômico pelos restaurantes da cidade. Uma dessas pessoas é o contador Adler Silveira, 50, que almoçou em um dos restaurantes participantes ontem (1º). “Estou participando pela primeira vez e é importante para a gastronomia do estado do Pará, especialmente a de Belém. Um festival que valoriza a culinária regional, os estabelecimentos, e, com isso, garante uma melhoria da qualidade da gastronomia paraense”, destacou.

A juíza Amanda Mendonça, 42 anos, já conhecia o festival e sempre que pode visita os estabelecimentos participantes. “Acho super válido, porque tem vários locais de Belém que a gente não conhece. E quando seguimos a página do festival, a gente consegue verificar vários restaurantes diferentes. É uma iniciativa muito interessante, porque os restaurantes acabam criando pratos diferentes para a culinária regional”, pontuou.

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