Dois paraenses foram presos na segunda-feira (11) suspeitos de envolvimento no sequestro e assassinato do empresário Alfredo Fragas dos Santos, em Santa Catarina. Os investigados foram identificados como Erick Kaliel Venâncio de Souza e Werich Matheus Silva.

Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), o crime ocorreu na manhã de segunda-feira, quando a vítima foi abordada na garagem da própria residência, em Balneário Camboriú. Sob ameaça de arma branca, o empresário foi levado até o município de Gaspar, onde acabou sendo morto.

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As investigações apontam que os suspeitos realizaram transferências bancárias das contas da vítima e fugiram utilizando o carro do empresário após o crime.

Prisões ocorreram em Campinas e Blumenau

Em uma operação integrada entre as polícias Civil, Militar e Federal, os agentes conseguiram identificar os suspeitos e impediram a fuga da dupla.

De acordo com a polícia, um dos presos era ex-funcionário da vítima e teria planejado o crime após ser demitido na última sexta-feira (9). Ele foi localizado no aeroporto de Campinas (SP), durante uma conexão aérea, enquanto tentava embarcar para o Pará.

O segundo suspeito foi preso em Blumenau. Com ele, os policiais apreenderam a arma branca utilizada no crime e as roupas usadas durante a ação criminosa.

Conforme a Polícia Civil, os dois investigados confessaram participação no assassinato durante os procedimentos de polícia judiciária.

Corpo foi encontrado em ribanceira

Segundo informações do portal SCC10, o corpo do empresário foi localizado após um motorista acionar a Polícia Militar. O homem relatou ter parado o veículo em um terreno baldio próximo a uma ponte, no bairro Arraial do Ouro, em Gaspar, quando avistou uma pessoa caída em uma ribanceira perto do rio.

No local, os policiais encontraram o corpo com os pés amarrados e marcas de violência na região da cabeça, além de grande quantidade de sangue.

Após análise preliminar da perícia, foi constatado que Alfredo Fragas dos Santos morreu após ser atingido por um disparo de arma de fogo na cabeça. O calibre da arma ainda não havia sido identificado até a última atualização do caso.

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