A Operação Escudo Feminino 4 foi deflagrada nesta quinta-feira (13/08) pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) para reforçar o combate à violência contra a mulher em todo o Estado. A mobilização começou às 9h, no Portal da Amazônia, em Belém, e ocorre simultaneamente nas 16 Regiões Integradas de Segurança Pública (RISP) do Pará.
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Coordenada pela Segup, a operação reúne efetivos das Polícias Civil e Militar em uma série de ações voltadas à prevenção e à repressão qualificada dos crimes cometidos contra mulheres.
FISCALIZAÇÃO, REGISTRO DE OCORRÊNCIAS E ORIENTAÇÃO
Entre as medidas estão a fiscalização do cumprimento de medidas protetivas, o reforço das equipes nas delegacias para atendimento e registro de ocorrências de violência contra a mulher e o aumento da atenção ao canal de urgência e emergência da Segurança Pública, o 190.
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As equipes também orientam mulheres em situação de risco sobre a plataforma SOS Mulher, ferramenta destinada ao cadastramento de pessoas que vivem em condições de vulnerabilidade e necessitam de acompanhamento e proteção.
OPERAÇÃO JÁ RESULTOU EM MAIS DE 10 PRISÕES
A quarta edição da Escudo Feminino dá continuidade a uma estratégia que já apresentou resultados nas três fases anteriores. Ao longo das etapas realizadas anteriormente, a operação atendeu 4.841 mulheres e resultou em mais de 100 prisões em flagrante de agressores em diferentes municípios paraenses.
Os números reforçam a atuação integrada das forças de segurança na identificação de situações de violência e na adoção de medidas contra suspeitos de agressão.
POLÍCIAS CIVIL E MILITAR PARTICIPAM DA MOBILIZAÇÃO
Além da coordenação da Segup, a operação conta com equipes das Polícias Civil e Militar, incluindo profissionais das Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAMs) e de outras unidades policiais.
A mobilização alcança delegacias distribuídas por 78 municípios do Pará, ampliando a presença das forças de segurança no atendimento às ocorrências relacionadas à violência contra a mulher.
A proposta é combinar ações ostensivas, atendimento especializado, fiscalização de medidas determinadas pela Justiça e orientação às vítimas, buscando interromper ciclos de violência e ampliar o acesso aos mecanismos de proteção disponíveis no Estado.
